Levar alegria a quem acredita que tem poucos motivos para sorrir. Este é o intuito do Projeto “PRO-RISO”, desenvolvido por jovens entre 15 a 17 anos do Grupo de Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos da Secretaria de Assistência Social.

Até o final do mês de Outubro estes adolescentes visitaram as creches Ayrton Sena, Dona Dadá, SOS Vida, CAAC, Casa de Apoio, Recanto dos Idosos e unidades de atendimento da SEMAS usando a alegria como remédio para elevar a auto-estima e refletir sobre a importância do cuidar e de se colocar no lugar do outro.

“Estas ações fazem parte de um conjunto de atividades que fazemos em benefício duplo. Ou seja, ganha os adolescentes que desenvolvem o protagonismo e a importância de fazer o bem, e ganha as crianças, idosos e usuários destas instituições que são beneficiados com atividades como: bate papo, brincadeiras teatrais, mímicas, músicas e como consequência o riso”, explicou Ciça Guerrieri, Secretária de Assistência Social.

O Riso como Terapia – Esta terapêutica, além de instaurar o contato entre o adulto e a criança interior, alcançando um estado de constante busca do novo, do aprendizado, da prosperidade emocional, do qual estão excluídas a monotonia e os hábitos condicionados do dia-a-dia, não se baseia apenas em dados filosóficos, mas também em elementos científicos.

O riso envia ao cérebro um comando, por meio do hipotálamo, para que ele produza um grupo de substâncias conhecidas como endorfinas. Elaboradas nas ocasiões em que as pessoas se encontram bem-humoradas, elas detêm um potencial analgésico, semelhante ao da morfina, porém com um potencial cem vezes mais ampliado. Assim, o mero sorriso ou a risada bem prolongada provoca o aparecimento de uma corrente de endorfinas, o que imediatamente traz ao organismo um estado de libertação das tensões, um sentimento de tranquilidade orgânica, psíquica e emocional.